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Sermão – Recolhem os peixes bons em cestos e jogam fora os que não prestam (Mateus 13,47-53) – 30 de julho de 2026

  • 30 de jul.
  • 2 min de leitura

Na Bíblia de hoje, Jesus fala do "Juízo Final ". O Juízo Final é um dogma de fé, e todos os domingos, quando lemos a "Declaração de Fé", oramos: "Ele subiu à glória do céu, e de lá há de vir para julgar os vivos e os mortos. "


São Tomás de Aquino oferece algumas reflexões sobre o Juízo Final: Por que o juiz deve ser um ser humano? Sobre quais assuntos seremos julgados? Como devemos nos preparar para o Juízo Final?


Por que Jesus deveria aparecer em forma humana em vez de em forma gloriosa? Porque contemplar a divindade de Jesus cria o céu. Algumas pessoas não merecerão vê-Lo em Sua forma gloriosa. Portanto, Ele aparecerá como um ser humano. (Lembremo-nos de que Jesus é o verdadeiro Deus e o verdadeiro ser humano; contudo, Ele mostrará apenas a Sua humanidade.)


Com base em que critérios seremos julgados? Em todas as nossas ações, pensamentos, palavras e omissões. Tudo, até o menor pensamento, será julgado. A bondade será recompensada e a maldade será punida.


Devemos temer este Juiz por causa de Sua sabedoria: Ele sabe tudo e vê tudo. Devemos temê-Lo por causa de Seu poder, pois Ele é todo-poderoso. Devemos temê-Lo por causa de Sua justiça inabalável: Agora é o tempo da mudança, agora é o nosso tempo; então virá o tempo da justiça de Deus.


Como devemos nos preparar para o julgamento de Deus?


Primeiro: praticando o bem. O apóstolo diz em Romanos 13:3: “Vocês não querem temer a autoridade? Façam o bem, e vocês receberão o seu elogio.”


Segundo: a confissão dos pecados a um sacerdote e a penitência; isto é, cumprir a penitência prescrita pelo sacerdote e oferecer outros sacrifícios em reparação pelos meus próprios pecados.


Terceiro: dar esmolas como um ato de purificação: ajudar os pobres e apoiar a Igreja por meio de doações.


Quarto: demonstrar nosso amor por Deus e pelo próximo por meio de nossas ações.


Peçamos à Virgem Maria a graça de praticarmos estes quatro remédios: fazer o bem, confessar os nossos pecados e reparar os danos causados, praticar a caridade e demonstrar o nosso amor por Deus e pelo próximo através das nossas ações.

 
 
 

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